Um pilar de ética e proteção nas organizações
Entenda por que empresas, órgãos públicos e entidades do terceiro setor precisam de canais seguros, confidenciais e eficazes para receber denúncias e manifestações.
O ouvidorianacional.com.br reúne informação isenta, fundamentos legais e boas práticas sobre ouvidoria.
Aumenta a confiança de colaboradores e parceiros.
Permite identificar problemas antes que virem crises ou processos.
Contribui para um ambiente mais seguro, respeitoso e produtivo.
Fortalece práticas de compliance e responsabilidade corporativa.
O que diz a legislação brasileira sobre assédio, canais de denúncia e integridade
Nos últimos anos, o Brasil avançou em normas que reforçam a responsabilidade das organizações na prevenção ao assédio, à violência e à discriminação. A Lei 14.457/2022, que institui o Programa Emprega + Mulheres e Jovens, é um marco nesse processo.

Adoção de medidas permanentes de prevenção ao assédio e à violência;

Criação de canais seguros e confidenciais para denúncias;

Terapias
integrativas e
vivências de cura

Proteção contra retaliação ao denunciante de boa-fé;

Atualização e divulgação de Códigos de Conduta;

Registro, monitoramento e tratamento responsável das ocorrências.
Isso coloca os canais de denúncia como peças centrais na gestão ética e na proteção das pessoas.
Mais do que cumprir a lei, é preciso criar um ambiente de confiança.
O canal deve ser fácil de encontrar e usar, disponível por diferentes meios (formulário online, WhatsApp, telefone, QR Code), com linguagem clara e acessível.
É essencial proteger dados e garantir sigilo, com processos e tecnologia que preservem a confidencialidade de quem relata.
A possibilidade de denunciar anonimamente aumenta a confiança, especialmente em casos envolvendo lideranças ou temas sensíveis.
Sempre que possível, é importante sinalizar que o relato foi recebido e está sendo avaliado, reforçando que o canal funciona de fato.
O canal deve ser acompanhado de materiais educativos sobre assédio, discriminação, ética e comportamento esperado.
Monitorar indicadores, ajustar processos e ouvir feedbacks ajuda a manter o canal vivo e alinhado à realidade da organização.
Ao estruturar um canal de denúncias, muitas organizações se perguntam se devem operar tudo internamente ou contar com uma empresa independente. Ambas as opções são possíveis. O mais importante é assegurar:
Em muitos casos, especialmente em organizações de médio e grande porte, modelos terceirizados ou híbridos contribuem para aumentar a confiança no canal e reduzir a percepção de interferência interna.
Passos recomendados para implantar ou aprimorar seu canal de denúncias
Nos últimos anos, o Brasil avançou em normas que reforçam a responsabilidade das organizações na prevenção ao assédio, à violência e à discriminação. A Lei 14.457/2022, que institui o Programa Emprega + Mulheres e Jovens, é um marco nesse processo.

Entender que tipos de situações precisam de um canal formal (assédio, fraudes, conflitos, discriminação etc.).

Estabelecer níveis de gravidade, prazos, responsáveis e formas de apuração.

Avaliar estrutura, imparcialidade e segurança desejadas.

Formulário, WhatsApp, telefone, QR Code, e-mails etc.

Deixar claro como o canal funciona e quais garantias oferece.

Usar os dados para prevenir riscos e aperfeiçoar a cultura ética.
O ouvidorianacional.com.br tem caráter informativo e educativo, buscando fomentar boas práticas de ouvidoria, canais de denúncia e integridade nas organizações brasileiras.
Entretanto, sabemos que nem sempre é simples transformar teoria em prática. Por isso, muitas empresas optam por contar com soluções independentes, que ajudam a operar o canal de forma sigilosa, imparcial e profissional.
Uma das soluções existentes no mercado é a Escuta Segura, que oferece:
Uma das soluções existentes no mercado é a Escuta Segura, que oferece: